Por Leandro Oliveira.

Idéias boas devem ser compartilhadas.

Navegando pela internet, descobri no site do Grupo LGBT GIAMA (Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual) do Tocantins, uma lista de atitudes para serem tomadas frente à opressão homofóbica. O texto foi escrito pelo Luiz Mott do Grupo Gay da Bahia e está disponível na sua íntegra abaixo.

GAY LGBT, NÃO LEVE DESAFORO PARA CASA!

Viver fora do armário implica também em não ser omisso e denunciar todo tipo  de homofobia.
1] Sempre que ouvir algum homófobo falando mal ou chamando alguém de viado, responda, retruque, corrija! Se for professor em sala de aula, discuta e desconstrua inteligentemente os argumentos equivocados.
2] Se leu no jornal, internet, ou ouvi na rádio ou TV algum comentário ou mensagem homofóbica, mande uma mensagem curta protestando, exigindo retratação. Denuncie na SAFERNET os sites e blogs homofóbicos.
3] Se alguém contou alguma piada homofóbica, dê o troco, mostrando que se em vez de bicha ou sapata ou traveca fosse piada com negro ou judeu, seria considerado de mal gosto e poderia ser preso.
4] Se foi vítima ou testemunhou alguma manifestação homofóbica, não se cale nem abaixe a cabeça: chame o policial ou vá a delegacia mais próxima e registre Boletim do Ocorrência. Quem cala, consente!
5] Envie sempre aos grupos LGBT informação detalhada sobre qualquer homofobia que presenciou ou tiver notícia. Seja solidário, testemunhe e  ajude outros gays a denunciar homofobia.
6] Exija da ONG de defesa LGBT mais próxima de você que denuncie no Ministério Público atos de homofobia veiculados na mídia ou em espaços abertos ao público em geral e cobre a prova da denúncia e o acompanhamento da mesma.
7] Contribua com a ONG que acabou de fazer denúncia a ajudar a instruir o processo  com informações e provas pertinentes à mesma.
8]  Denuncie nos sites de relacionamento LGBT a ONG que se recusar a fazer a denúncia ao Ministério Público para que assim toda a comunidade LGBT e o Movimento Homossexual Brasileiro saibam quais as ONGs verdadeiras e quais as fajutas.
Texto de Luiz Mott
Adaptação da Charge: Renilson Cruz